Secretarias de saúde de seis estados brasileiros reportaram atrasos e desabastecimento de vacinas desde 2014, a maior parte deles entre os anos de 2016 e 2018, por falta de repasse do Ministério da Saúde.
Categoria fundamental para levar informações à população, os profissionais seguem negligenciados com corte nos recursos e limitação nos bairros de atuação.