Quatro jovens contam a rotina em uma favela carioca, onde a violência policial mata um em cada quatro e alarma até a ONU. “Conhecemos mais gente que morreu pela violência do que quem entrou na universidade”, diz Arthur, de 22 anos
Projeto, proposto pela Redes da Maré, tem por objetivo trazer a memória sobre os homicídios ocorridos na região, a partir de linguagens artísticas, que apresentem nova narrativas sobre essas pessoas e suas vidas.
União e troca de experiências podem conter violência
Texto originalmente publicado no site da Folha de São Paulo em 01 de novembro de 2019
Edna Jatobá
Eliana...
Conheça a história das águas que já serviram como fonte de alimento e lazer para famílias da Maré, mas se converteram em depósito de esgoto. Promessa de obra renova esperança por renovação do Rio Ramos