O projeto, criado pelo artista Márcio SWK, por Luana Cabral e Daniela Zabludowski, teve início em fevereiro e une diferentes atividades de artes visuais. A ideia é estimular moradores e setores da cultura que foram prejudicados durante a pandemia de covid-19. Trinta e sete artistas já participam das ações de graffti nos municípios do Rio de Janeiro, Macaé e Cabo Frio.
O Museu MIIM funciona em uma caixa de papelão e nasce no contexto da pesquisa de doutorado do autor e propõe ao público exercícios de imaginar lugares populares como as favelas da Maré através do seu Arquivo Histórico-Poético da Imagens da Maré, o maior conjunto de favelas do Rio de Janeiro.
Temos raízes fincadas na terra e galhos que nos conectam umas às outras enquanto mulheres negras. Nossa semente foi plantada em uma terra marcada pela escravidão, pelo machismo e pelas desigualdades. Isso se reflete em números que apresentam avanços mínimos quando falamos sobre direitos e poder para mulheres negras.
Moradores da Maré terão acesso a serviços gratuitos da Defensoria Pública e do CadMóvel Carioca nesta quinta-feira, 23 de julho, das 9h às 15h, no Galpão Saúde da Redes da Maré, localizado na Rua Guilherme Frota, 232.
Cooperação, produção de evidências e incidência política estão no centro da estratégia da nova Rede para fortalecer a Educação de Jovens e Adultos no Brasil